15 de dez. de 2011

Despejo.

Tenho tantas palavras engasgadas em minha garganta que não sei ao certo por onde começar. Acredito que depois de algum tempo percebi a falta que escrever me faz ou ainda o quanto terapêutica essa atividade é; não entendo como por tanto tempo deixei isso aqui abandonado, como pude passar meses sem produzir nada? É, realmente devia haver alguma coisa errada comigo. Talvez me encontrar outra vez com a escrita seja o primeiro passo pra organizar o que se embaralhou, o que se confundiu nesse turbilhão temperamental que sou. Hoje tomei a dose de mim que estava precisando, li outra vez publicações antigas, senti novamente emoções há muito esquecidas. Estou aqui de novo, morrendo de saudade dessa sensação de voar nas asas de algo que só eu vejo, que só eu entendo e que só eu sei, de forma singular, transcrever.

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